A Atividade missionária não é tanto uma ação da igreja, mas é simplesmente a igreja em ação. David Bosh

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Portas Abertas lança a nova Classificação de Países por Perseguição

A lista de Classificação de Países por Perseguição 2012 pode parecer familiar. A Coreia do Norte permanece em primeiro lugar como o país que mais persegue os cristãos no mundo, junto com países de maioria islâmica que estão em 38 das 50 posições na Classificação.

Afeganistão (2º), Arábia Saudita (3º), Somália (4º), Irã (5º) e as Maldivas (6º) compõe o bloco onde os cristãos não tem quase nenhuma liberdade de culto. Pela primeira vez, o Paquistão (10º) entrou no top 10, e isso aconteceu pelo fato de que o ministro cristão Shahbaz Bhatti foi assassinato porque tentou alterar a Lei da Blasfêmia no país.
O resto do top 10 é formado por: Uzbequistão (7º), Iêmen (8º) e Iraque (9º). Laos foi o único país que deixou a lista dos dez primeiros, caindo da décima posição para a décima segunda.
Enquanto os índices de violência se agravaram nas nações muçulmanas, a Coreia do Norte, pelo 11º ano seguido, permanece no primeiro lugar e merece essa posição. País comunista, com uma quase-religião que está baseada em seu antigo líder, Kim Il-Sung.
Qualquer pessoa que adore a qualquer “outro deus” é automaticamente perseguido. O número estimado de cristão no país é de 200.000 a 400.00. Estima-se também que 50.000 a 70.000 cristão estão presos em campos de prisioneiros no país.
“Com a morte de Kim Jong-Il no mês passado e com seu filho, Kim Jong-Un, assumindo o poder, é muito difícil determinar como será a vida dos cristãos nessa nova fase’, disse o presidente da Portas Abertas nos EUA, Carl Moeller.
“Certamente, a situação permanece perigosa para os cristãos, por isso devemos orar pela Coreia do Norte, para que todos os cristãos posam ter a liberdade de adorar ao Único Deus, e não a Kim Jong-Il e Kim Il-Sung”, completou ele.
Ocorreram outras mudanças significativas na Classificação, incluindo o Sudão que subiu 19 posições e está em 16º agora – o país que mais subiu posições na atual Classificação. A Nigéria pulou 10 posições e está em 13º agora. O Egito, afetado pelas manifestações e revoluções que se iniciaram na Primavera Árabe, subiu 4 posições e está em 15º lugar agora.
Em julho de 2011, o Sul do Sudão, de maioria cristã, se tornou um país independente, fazendo com que os cristãos do Norte do Sudão ficassem ainda mais isolados sob o poder do presidente Omar al-Bashir. O presidente mudou a constituição do país e fez com que o país se tornasse mais islâmico
Na Nigéria, grandes atrocidades aconteceram no país. Mais de 300 cristãos foram mortos no ultimo no país e as informações indicam que os números podem ter subido ainda mais. Desde 2009 o grupo extremista Boko Haram destruiu mais de 50 igrejas e matou 10 pastores.
A China ainda é a maior Igreja no mundo que sofre com a perseguição, pois se estima que existam 80 milhões de cristãos no país, mas ela caiu da 16º posição para a 21º. Isso aconteceu porque os pastores de igrejas domésticas aprenderam a como lidar com a perseguição exercida pelo governo.
A boa notícia é o crescimento da Igreja que está sofrendo com a perseguição. Um pastor do Irã afirma: “Nós não estaríamos crescendo se não tivéssemos pagando o preço pelo nosso testemunho.”
Confira a Classificação de Países por Perseguição acessando o link: http://www.portasabertas.org.br/cristaosperseguidos/classificacao/

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

TUDO COMEÇOU ASSIM...

O mundo está prestes a “celebrar” o triste aniversário de 10 anos do fatídico 11 de Setembro de 2001 – o maior ataque terrorista de toda a história e o divisor de Eras no calendário ocidental. Por causa disto lembrei-me do rosto de uma jovem muçulmana que me visitava em casa quando então morava num bairro fundamentalista da épica cidade de Rabat. Pouco tempo havia se passado desde o colapso das torres gêmeas. Como todo o resto do mundo, acompanhava os últimos eventos mundiais com uma mistura de incredulidade e incerteza. A única diferença entre o resto do mundo e eu, era que eu estava bem ali, no coração do Oriente Médio.  Não lembro mais o nome da moça, mas lembro-me do que ela repetia: “Não fomos nós que fizemos isso. Não foram os árabes e nem os muçulmanos. Isso foi conspiração”!  “Mas é lógico que ela e todos os árabes falariam assim” – pensei comigo mesma. “Eles tem que se defender”. Porém, eu não podia estar mais longe da verdade. Sim, eles sabiam das coisas. Assim como hoje no Egito, o povo “sabe” que as revoluções populares foram fomentadas por gente de fora (fala-se em CIA), o povo de Rabat sabia que um governo apareceria: um governo além de todos os outros conhecidos. Ele manipularia o mundo, passando por cima de cultura, identidade e religião, a fim de desenhar um novo mapa no médio oriente. E para este governo o petróleo seria o grande troféu. E o pior é que era exatamente isto que estava para acontecer.
Bem vindo ao novo Iraque…
Centenas e centenas de iraquianos começaram a chegar formando um mar de refugiados. Alojaram-se nas esquinas das avenidas principais e se concentraram em bairros que acabaram se transformando em “pequenos iraques”. Eram muitos e contaram histórias semelhantes entre si. Histórias de desastres familiares e de separação.
Os afetados pelos combates eram levados para o hospital que já não suportava nem o fluxo da população local. Uma mãe que perdera seus filhos na invasão estava sendo tratada por estilhaços de bomba que estraçalharam sua perna. Contudo, seu coração nunca mais se recuperara. Uma jovem, que professara sua nova fé em Jesus, fugira para escapar das ameaças de morte. Sua mãe e irmã ficaram para trás sozinhas numa casa dentro da zona mais perigosa de Bagdá. Ela não podia voltar e sua mãe não podia sair.  Tantas histórias e tanto sofrimento. Tentava me imaginar no lugar deles. A única beleza que encontrei em toda essa desgraça foi quando soube de suas igrejas: “as igrejas iraquianas” que agora borbulhavam pela cidade. Casas alugadas ou salões emprestados enchiam-se de cristãos iraquianos. O fervor da sua intercessão e do seu louvor consolavam as dezenas que chegavam a toda a semana.  O clamor pela restauração da terra natal e pela segurança dos entes queridos era o que enchia os templos. Com abraços se despediam até a próxima vez que se reuniriam.  E assim eu também era consolada.
O mito da democracia
O mundo silenciou-se enquanto o governo americano & aliados davam as desculpas mais esdrúxulas por nunca terem provado a existência das armas químicas e biológicas de Saddam.  Coincidentemente, o inspetor da ONU que havia reportado a não existência das armas, morreu em sua casa na Inglaterra, ou melhor, suicidou-se. E se você quiser acreditar nessa versão, esteja à vontade.
Em nome da guerra ao terror, “eles” destruíram a herança cultural milenar do Iraque, assumiram convenientemente o controle dos poços de petróleo, sacrificaram milhares de civis inocentes (além dos jovens soldados americanos) e criaram novas leis que transformaram o cidadão comum em um possível terrorista.
Lords of the War (Senhores da Guerra)
A investigação oficial sobre o 11 de Setembro concluiu que o colapso das torres gêmeas foi obra de um trabalho interno ao invés de uma ação planejada por terroristas árabes. Informações vazadas confirmaram inclusive que Bin Laden trabalhava para o governo americano. Um detalhe importante nesta história é que o provável corpo do “maior” terrorista de todos os tempos foi simplesmente jogado ao mar. Uma ideia brilhante, pois assim o mar levou consigo provas, indícios e milhares de respostas que revelariam as verdadeiras intenções dos lords of the war – os senhores da guerra.
O nome do jogo é alienação. 
Mesmo com tantos fatos vindos à tona, os americanos e o mundo parecem estar num transe hipnótico acompanhando as loucuras e as ministrações luciferianas de Lady Gaga, do Big Brother, do Justin Bieber e das centenas de produções Hollywoodianas que doutrinam e preparam seus filhos para o novo tempo. Entretanto para chegar lá, caos será instaurado e apenas os seres humanos mais “evoluídos” entrarão nesta nova dimensão.  Sob o domínio do Maytréia, do Grande Mestre, do Iluminado ou do falso Messias o mundo chegará a uma nova organização. E isto sim será algo terrível, pois milhões morrerão.  Para ilustrar esta palavra apocalíptica, é só você mesmo ouvir os planos que os globalistas (ou Elite Mundial) apresentam para a diminuição da população mundial. http://www.youtube.com/watch?v=jSqcRMVbtpo.
Isto é apenas um exemplo do que está sendo colocado na pauta internacional. Infelizmente, a maioria de nós ainda prefere ignorar.
O povo está alienado e cego. Veja mais um exemplo: há pouco tempo atrás, Barack Obama apresentou-se como o homem que traria mudança para os Estados Unidos. O povo esperançoso o elegeu. Há poucos dias atrás, o presidente Obama declarou a falência de mais três grandes bancos americanos. Os resultados foram catastróficos.  Aparentemente a única mudança que ele trouxe foi a sua incompetência administrativa que afunda cada vez mais a América. Enquanto o dólar perde força a cada novo dia, Obama se prepara para a reeleição.  E inacreditavelmente poderá se reeleger.
Prepare-se!
Busco nas minhas interpretações simplistas e singelas, uma análise sobre o futuro das nações. Como missionária, meu interesse é pelos povos, tribos e gentes das quais somos responsáveis. Dizer que: “Jesus está voltando” e que “este mundo como o conhecemos vai acabar” não deixa de ser verdade. Isto deve trazer temor e responsabilidade sobre nossas ações. Entretanto, isto não basta e não justifica a morte de milhões de inocentes na Somália ou no Oriente.
Uma pesquisa da Abba Press diz que mais de 50% dos pastores brasileiros nunca leu a Bíblia toda pelo menos uma vez em sua vida. Talvez isto prove a minha teoria da alienação. Se pastores e líderes não leem a Bíblia, o que se dirá da igreja? Se não leem a Bíblia, como entenderão os sinais dos tempos e as profecias referentes ao fim? Muitos com os quais converso me chamam de fanática, mas não é isso que me incomoda. O que me entristece é tamanha ignorância. O “jogo” político está muito mais presente na Missão do que podemos imaginar. Bem parece que a Bíblia mais uma vez vai se cumprirá:
“Porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; Pois quando estiverem dizendo: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto daquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda”. I Tessalonicenses 5
O Brasileiro, seja cristão ao não, tem muito pouca consciência política. Confiamos nas nossas reservas e no fato de Deus ser brasileiro. Só pode ser isso. Não estamos acostumados às tragédias e desastres naturais, mas eles começam a se despertar entre nós. E negar os fatos não fará com que eles desapareçam.
É tempo de reagir…
Se o dólar colidir de vez, quais as consequências para nós brasileiros?
Se você atua como missionário na Europa, na África ou no Oriente, as consequências serão mais sérias e visíveis. Como será a sua atuação?
Se você não entende ou não tem um relacionamento mais sério com o Salvador Jesus, considere seriamente esta possibilidade hoje…
A seguir…
2012 e o colapso do dólar
Caos como estratégia para um governo mundial
O futuro da Missão no Oriente Médio

POSTADO POR http://anjosnodeserto.wordpress.com/2011/08/22/tudo-comecou-assim/

quinta-feira, 23 de junho de 2011

População Evangélica no Brasil Atingirá 57,4 milhões em 2011,

Luis André Bruneto, um dos pesquisadores da SEPAL, Missão Internacional Servindo aos Pastores e Líderes que realiza estudos teológicos, falou ao The Christian Post sobre as projeções da população evangélica para os próximos anos e as possíveis razões que explicam fenômeno do rápido crescimento da população evangélica no Brasil.
A SEPAL realizou um estudo ano passado, baseado nos dados do Censo do IBGE de 2000 e da pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em março de 2007, encontrando que em 2020 a população evangélica representará mais de 50% da população brasileira.
“Projetamos uma porcentagem de cerca de 52,2% da população evangélica em 2020, ou seja, aproximadamente 109,3 milhões de evangélicos para uma população de 209,3 milhões,” afirmou Luis.
A projeção baseia-se na taxa de crescimento obtida entre os anos de 1990 e 2000 e na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião continue a mesma dos últimos 40 anos.
A confiabilidade dos dados é de 95%, afirmou Luis.
Segundo ele, seguindo essa taxa de crescimento anual de 7,42%,, ele informou que para o ano de 2011, chegaremos a 57,4 milhões de evangélicos.
A revista éPOCA também divulgou no ano de 2010 estudos sobre o crescimento da população evangélica, avaliando que os evangélicos influenciariam em todas as esferas da vida brasileira.
Para teólogos e antropólogos ouvidos por éPOCA, a população evangélica, a partir do crescimento numérico, contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos.
Na opinião do pesquisador da SEPAL, o fenômeno do grande crescimento não se trata de avivamento. Ele acredita que o avivamento se reflete, “na conversão em massa das pessoas, mas também em profundas mudanças no pensamento da sociedade, direcionada pela influência dos cristãos redimidos.”
“Se tomarmos essas duas linhas de pensamento, não está acontecendo um avivamento no Brasil,” afirmou.
Alguns motivos que o pesquisador lista são, “o evangelismo aguerrido dos evangélicos, a adoção de regras menos rígidas, a ampliação da visão da vida cristã para dentro da sociedade, a flexibilidade dos costumes e o aumento da classe média.”
Na região nordeste do Brasil, onde se constatou menor presença de evangélicos, o estudioso explicou os fatores de acordo com o tipo de região que ele menciona de “dois tipos de nordeste.” O tipo “A,” diz ele, com belas praias, grandes cidades, onde os evangélicos possuem um crescimento abaixo do restante do país, mas aceitável. E o outro, ele chama de tipo “B,” que é o nordeste do sertão, onde os evangélicos raramente passam de 1%.
Como fatores do baixo índice ele cita três razões. A “primeira é a forte raiz católica romana da população, ampliada pela religiosidade sincrética mística.” Um exemplo disso é a forte adoração à ídolos católicos como padre Cícero e frei Damião, que ainda não foram canonizados pelo Vaticano.


A segunda razão se deve à dificuldade de evangelizar as cidades do interior do nordeste. “Boa parte do sertão não possui estradas asfaltadas e os meios de comunicação são precários,” explicou.
A terceira razão é a falta de interesse da Igreja em evangelizar esse povo carente. “Na verdade, a razão para isso é que o retorno financeiro dentro dessa realidade é mínimo, e assim, a missão não consegue se auto sustentar nem mesmo a longo prazo.”
Apesar dessas estimativas ele alerta que é necessário pensar além dos números.
Ele questiona, “O que muda na sociedade com tanta gente nas Igrejas?”
A questão do nominalismo na opinião do pesquisador deve avançar, citando um exemplo em que a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro (RS), tem cerca de 80,4% de evangélicos e a sua cidade vizinha Alto Alegre, a 20 km de distância, tem apenas 0,28% de evangélicos.
“A mais evangelizada ao lado de uma das cidades menos evangelizadas do país.”
Luis também pergunta, “será que a vida num país de maioria protestante pode mudar?” Segundo ele, a resposta para essa pergunta depende de como a liderança se comportará daqui para frente.
Para ele, o Brasil possui hoje uma liderança “despreparada em sua maioria e maioria e carente de direção na teologia, eclesiologia e missiologia.”
Ele expressa também algumas preocupações com relação ao crescimento da população evangélica, como por exemplo crescimento econômico que atrairá líderes materialistas.
“A classe média deve dobrar nos próximos anos isso, “atraindo gente com o “olho gordo” nessa fatia da população, ou seja, líderes materialistas com forte vocação para a teologia da prosperidade.”
Além disso, ele cita que há a “superficialidade da vida do povo brasileiro.”
“Vemos isso presente no meio evangélico brasileiro e deve continuar assim pelos próximos anos, acelerando a dualidade entre ‘vida religiosa’ e ‘vida secular,’ que já existe hoje.”
Luis, mencionou também “o egoísmo e o individualismo presente nesses dias, externando também na vida religiosa.”
“Muito embora, parte do povo evangélico se preocupa com o próximo, uma outra parte, e poderíamos afirmar a maioria, se preocupa apenas com o seu bem-estar.”
Entretanto, ele acredita positivamente na transformação da sociedade brasileira e urge para que haja “uma instituição forte que represente os evangélicos, em sua maioria, “que grite alto pelos interesses pautados na Palavra de Deus.”
“Precisamos de fato orarmos ao Senhor dos céus para que essa transformação da nação brasileira possa ser genuína de acordo com os moldes apresentados no Evangelho de Cristo.”
Os estudiosos da SEPAL aguardam a divulgação do próximo censo, o de 2010, para obterem condições reais para verificar as estimativas quanto aos evangélicos e a população brasileira.
Eles planejam após isso fazer o mapa evangelístico do país baseado nos novos dados e compará-los com os anteriores.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

DOMINGO QUE VEM É DIA DE DIP

O Domingo da Igreja Perseguida, conhecido como DIP, é um dia em que as igrejas separam seus cultos, ou parte deles, para falar da causa dos cristãos perseguidos. É uma mobilização em massa das igrejas brasileiras e também de outros países, que promovem o evento para que os membros de sua comunidade saibam mais sobre a realidade da perseguição, orem e se engajem, não só neste dia, mas na causa da Igreja Perseguida.
O DIP é patrocinado pela Portas Abertas e os organizadores são voluntários. O evento dá a oportunidade para que os cristãos brasileiros conheçam e vivenciem a realidade de milhares de irmãos. Este dia, entretanto, não é apenas mais um evento para sua igreja. É uma oportunidade para divulgar e relatar os testemunhos e experiências de pessoas que nos ensinam a cada dia como ser um cristão perseverante e cheio de fé.
A data varia de ano para ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque no relato bíblico de Atos 4, o início da perseguição aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a “fundação” da Igreja Perseguida.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A RAZÃO DE SER DA AMTB



Vivemos em dias fascinantes. A Igreja Brasileira cresceu na última década de 9% para 15% da população brasileira. Nos primeiros cinco anos desta década já cresceu de 15% para 18.50%. Estamos falando em mais de 36 milhões de evangélicos.

Diante desta realidade o número de 3 mil missionários, segundo estatística da SEPAL, é porcentagem quase nula. Nem por isso, insignificante em si mesma. O fato que 3 mil brasileiros estão levando o evangelho em regiões tão carentes, é uma amostra que podemos fazer missões.
Ainda temos como desafio mais de 2 mil povos sem o evangelho, entre os quais 89 estão no Brasil. Há também 30 países com menos de 1% de evangélicos, entre os quais: Afeganistão, Arábia Saudita, Chechênia, Coréia do Norte, Iraque, Líbia, Sudão, Tibet, Turcomenistão e Yémen.

Além do mais, temos desafios mundiais como: crianças carentes; crianças abortadas; mulheres em sofrimento; novas configurações familiares; pessoas em extrema pobreza; fome; catástrofes naturais; soro-positivos; problemas ecológicos e em especial o sofrimento pela falta de água em muitos lugares do mundo  e milhões de pessoas sem futuro, devido a falta de educação escolar.


Neste contexto, a Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB), se propõe por meio de suas agências missionárias filiadas, e igrejas parceiras, a ser relevante em resposta aos desafios atuais. Nossas agências unem ação à proclamação, trabalhando a serviço das igrejas enviadoras, que escolhem usar agências como braços a serviço das mesmas.


A AMTB é na prática o fórum interdenominacional, que permite a realização de consultas, congressos e projetos em parceria entre igrejas e agências. Procura promover a sinergia necessária para uso do potencial pleno da Igreja Brasileira em missões. Procurando desta forma, levar a Igreja Brasileira a ser fiel no cumprimento da Grande Comissão (Mt. 28:18-20).


Nossas consultas e congressos abordam assuntos ligados à obra missionária, como: teologia, antropologia missionária, eclesiologia, história, apologia, treinamento, administração....


Certos de que ainda há muito por fazer, rumamos para o alvo da evangelização, ação e serviço em prol da implantação do reino de Deus.


Contate uma de nossas agências filiadas para descobrir como pode participar em missões.


Silas M. Tostes

Presidente da AMTB