A Atividade missionária não é tanto uma ação da igreja, mas é simplesmente a igreja em ação. David Bosh

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

TUDO COMEÇOU ASSIM...

O mundo está prestes a “celebrar” o triste aniversário de 10 anos do fatídico 11 de Setembro de 2001 – o maior ataque terrorista de toda a história e o divisor de Eras no calendário ocidental. Por causa disto lembrei-me do rosto de uma jovem muçulmana que me visitava em casa quando então morava num bairro fundamentalista da épica cidade de Rabat. Pouco tempo havia se passado desde o colapso das torres gêmeas. Como todo o resto do mundo, acompanhava os últimos eventos mundiais com uma mistura de incredulidade e incerteza. A única diferença entre o resto do mundo e eu, era que eu estava bem ali, no coração do Oriente Médio.  Não lembro mais o nome da moça, mas lembro-me do que ela repetia: “Não fomos nós que fizemos isso. Não foram os árabes e nem os muçulmanos. Isso foi conspiração”!  “Mas é lógico que ela e todos os árabes falariam assim” – pensei comigo mesma. “Eles tem que se defender”. Porém, eu não podia estar mais longe da verdade. Sim, eles sabiam das coisas. Assim como hoje no Egito, o povo “sabe” que as revoluções populares foram fomentadas por gente de fora (fala-se em CIA), o povo de Rabat sabia que um governo apareceria: um governo além de todos os outros conhecidos. Ele manipularia o mundo, passando por cima de cultura, identidade e religião, a fim de desenhar um novo mapa no médio oriente. E para este governo o petróleo seria o grande troféu. E o pior é que era exatamente isto que estava para acontecer.
Bem vindo ao novo Iraque…
Centenas e centenas de iraquianos começaram a chegar formando um mar de refugiados. Alojaram-se nas esquinas das avenidas principais e se concentraram em bairros que acabaram se transformando em “pequenos iraques”. Eram muitos e contaram histórias semelhantes entre si. Histórias de desastres familiares e de separação.
Os afetados pelos combates eram levados para o hospital que já não suportava nem o fluxo da população local. Uma mãe que perdera seus filhos na invasão estava sendo tratada por estilhaços de bomba que estraçalharam sua perna. Contudo, seu coração nunca mais se recuperara. Uma jovem, que professara sua nova fé em Jesus, fugira para escapar das ameaças de morte. Sua mãe e irmã ficaram para trás sozinhas numa casa dentro da zona mais perigosa de Bagdá. Ela não podia voltar e sua mãe não podia sair.  Tantas histórias e tanto sofrimento. Tentava me imaginar no lugar deles. A única beleza que encontrei em toda essa desgraça foi quando soube de suas igrejas: “as igrejas iraquianas” que agora borbulhavam pela cidade. Casas alugadas ou salões emprestados enchiam-se de cristãos iraquianos. O fervor da sua intercessão e do seu louvor consolavam as dezenas que chegavam a toda a semana.  O clamor pela restauração da terra natal e pela segurança dos entes queridos era o que enchia os templos. Com abraços se despediam até a próxima vez que se reuniriam.  E assim eu também era consolada.
O mito da democracia
O mundo silenciou-se enquanto o governo americano & aliados davam as desculpas mais esdrúxulas por nunca terem provado a existência das armas químicas e biológicas de Saddam.  Coincidentemente, o inspetor da ONU que havia reportado a não existência das armas, morreu em sua casa na Inglaterra, ou melhor, suicidou-se. E se você quiser acreditar nessa versão, esteja à vontade.
Em nome da guerra ao terror, “eles” destruíram a herança cultural milenar do Iraque, assumiram convenientemente o controle dos poços de petróleo, sacrificaram milhares de civis inocentes (além dos jovens soldados americanos) e criaram novas leis que transformaram o cidadão comum em um possível terrorista.
Lords of the War (Senhores da Guerra)
A investigação oficial sobre o 11 de Setembro concluiu que o colapso das torres gêmeas foi obra de um trabalho interno ao invés de uma ação planejada por terroristas árabes. Informações vazadas confirmaram inclusive que Bin Laden trabalhava para o governo americano. Um detalhe importante nesta história é que o provável corpo do “maior” terrorista de todos os tempos foi simplesmente jogado ao mar. Uma ideia brilhante, pois assim o mar levou consigo provas, indícios e milhares de respostas que revelariam as verdadeiras intenções dos lords of the war – os senhores da guerra.
O nome do jogo é alienação. 
Mesmo com tantos fatos vindos à tona, os americanos e o mundo parecem estar num transe hipnótico acompanhando as loucuras e as ministrações luciferianas de Lady Gaga, do Big Brother, do Justin Bieber e das centenas de produções Hollywoodianas que doutrinam e preparam seus filhos para o novo tempo. Entretanto para chegar lá, caos será instaurado e apenas os seres humanos mais “evoluídos” entrarão nesta nova dimensão.  Sob o domínio do Maytréia, do Grande Mestre, do Iluminado ou do falso Messias o mundo chegará a uma nova organização. E isto sim será algo terrível, pois milhões morrerão.  Para ilustrar esta palavra apocalíptica, é só você mesmo ouvir os planos que os globalistas (ou Elite Mundial) apresentam para a diminuição da população mundial. http://www.youtube.com/watch?v=jSqcRMVbtpo.
Isto é apenas um exemplo do que está sendo colocado na pauta internacional. Infelizmente, a maioria de nós ainda prefere ignorar.
O povo está alienado e cego. Veja mais um exemplo: há pouco tempo atrás, Barack Obama apresentou-se como o homem que traria mudança para os Estados Unidos. O povo esperançoso o elegeu. Há poucos dias atrás, o presidente Obama declarou a falência de mais três grandes bancos americanos. Os resultados foram catastróficos.  Aparentemente a única mudança que ele trouxe foi a sua incompetência administrativa que afunda cada vez mais a América. Enquanto o dólar perde força a cada novo dia, Obama se prepara para a reeleição.  E inacreditavelmente poderá se reeleger.
Prepare-se!
Busco nas minhas interpretações simplistas e singelas, uma análise sobre o futuro das nações. Como missionária, meu interesse é pelos povos, tribos e gentes das quais somos responsáveis. Dizer que: “Jesus está voltando” e que “este mundo como o conhecemos vai acabar” não deixa de ser verdade. Isto deve trazer temor e responsabilidade sobre nossas ações. Entretanto, isto não basta e não justifica a morte de milhões de inocentes na Somália ou no Oriente.
Uma pesquisa da Abba Press diz que mais de 50% dos pastores brasileiros nunca leu a Bíblia toda pelo menos uma vez em sua vida. Talvez isto prove a minha teoria da alienação. Se pastores e líderes não leem a Bíblia, o que se dirá da igreja? Se não leem a Bíblia, como entenderão os sinais dos tempos e as profecias referentes ao fim? Muitos com os quais converso me chamam de fanática, mas não é isso que me incomoda. O que me entristece é tamanha ignorância. O “jogo” político está muito mais presente na Missão do que podemos imaginar. Bem parece que a Bíblia mais uma vez vai se cumprirá:
“Porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; Pois quando estiverem dizendo: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto daquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda”. I Tessalonicenses 5
O Brasileiro, seja cristão ao não, tem muito pouca consciência política. Confiamos nas nossas reservas e no fato de Deus ser brasileiro. Só pode ser isso. Não estamos acostumados às tragédias e desastres naturais, mas eles começam a se despertar entre nós. E negar os fatos não fará com que eles desapareçam.
É tempo de reagir…
Se o dólar colidir de vez, quais as consequências para nós brasileiros?
Se você atua como missionário na Europa, na África ou no Oriente, as consequências serão mais sérias e visíveis. Como será a sua atuação?
Se você não entende ou não tem um relacionamento mais sério com o Salvador Jesus, considere seriamente esta possibilidade hoje…
A seguir…
2012 e o colapso do dólar
Caos como estratégia para um governo mundial
O futuro da Missão no Oriente Médio

POSTADO POR http://anjosnodeserto.wordpress.com/2011/08/22/tudo-comecou-assim/