O mundo está prestes a “celebrar” o triste aniversário de 10 anos do fatídico 11 de Setembro de 2001 – o maior ataque terrorista de toda a história e o divisor de Eras no calendário ocidental. Por causa disto lembrei-me do rosto de uma jovem muçulmana que me visitava em casa quando então morava num bairro fundamentalista da épica cidade de Rabat. Pouco tempo havia se passado desde o colapso das torres gêmeas. Como todo o resto do mundo, acompanhava os últimos eventos mundiais com uma mistura de incredulidade e incerteza. A única diferença entre o resto do mundo e eu, era que eu estava bem ali, no coração do Oriente Médio. Não lembro mais o nome da moça, mas lembro-me do que ela repetia: “Não fomos nós que fizemos isso. Não foram os árabes e nem os muçulmanos. Isso foi conspiração”! “Mas é lógico que ela e todos os árabes falariam assim” – pensei comigo mesma. “Eles tem que se defender”. Porém, eu não podia estar mais longe da verdade. Sim, eles sabiam das coisas. Assim como hoje no Egito, o povo “sabe” que as revoluções populares foram fomentadas por gente de fora (fala-se em CIA), o povo de Rabat sabia que um governo apareceria: um governo além de todos os outros conhecidos. Ele manipularia o mundo, passando por cima de cultura, identidade e religião, a fim de desenhar um novo mapa no médio oriente. E para este governo o petróleo seria o grande troféu. E o pior é que era exatamente isto que estava para acontecer.
Bem vindo ao novo Iraque…
Centenas e centenas de iraquianos começaram a chegar formando um mar de refugiados. Alojaram-se nas esquinas das avenidas principais e se concentraram em bairros que acabaram se transformando em “pequenos iraques”. Eram muitos e contaram histórias semelhantes entre si. Histórias de desastres familiares e de separação.

O mito da democracia
O mundo silenciou-se enquanto o governo americano & aliados davam as desculpas mais esdrúxulas por nunca terem provado a existência das armas químicas e biológicas de Saddam. Coincidentemente, o inspetor da ONU que havia reportado a não existência das armas, morreu em sua casa na Inglaterra, ou melhor, suicidou-se. E se você quiser acreditar nessa versão, esteja à vontade.
Em nome da guerra ao terror, “eles” destruíram a herança cultural milenar do Iraque, assumiram convenientemente o controle dos poços de petróleo, sacrificaram milhares de civis inocentes (além dos jovens soldados americanos) e criaram novas leis que transformaram o cidadão comum em um possível terrorista.
Em nome da guerra ao terror, “eles” destruíram a herança cultural milenar do Iraque, assumiram convenientemente o controle dos poços de petróleo, sacrificaram milhares de civis inocentes (além dos jovens soldados americanos) e criaram novas leis que transformaram o cidadão comum em um possível terrorista.
Lords of the War (Senhores da Guerra)
A investigação oficial sobre o 11 de Setembro concluiu que o colapso das torres gêmeas foi obra de um trabalho interno ao invés de uma ação planejada por terroristas árabes. Informações vazadas confirmaram inclusive que Bin Laden trabalhava para o governo americano. Um detalhe importante nesta história é que o provável corpo do “maior” terrorista de todos os tempos foi simplesmente jogado ao mar. Uma ideia brilhante, pois assim o mar levou consigo provas, indícios e milhares de respostas que revelariam as verdadeiras intenções dos lords of the war – os senhores da guerra.
Mesmo com tantos fatos vindos à tona, os americanos e o mundo parecem estar num transe hipnótico acompanhando as loucuras e as ministrações luciferianas de Lady Gaga, do Big Brother, do Justin Bieber e das centenas de produções Hollywoodianas que doutrinam e preparam seus filhos para o novo tempo. Entretanto para chegar lá, caos será instaurado e apenas os seres humanos mais “evoluídos” entrarão nesta nova dimensão. Sob o domínio do Maytréia, do Grande Mestre, do Iluminado ou do falso Messias o mundo chegará a uma nova organização. E isto sim será algo terrível, pois milhões morrerão. Para ilustrar esta palavra apocalíptica, é só você mesmo ouvir os planos que os globalistas (ou Elite Mundial) apresentam para a diminuição da população mundial. http://www.youtube.com/watch?v=jSqcRMVbtpo.
Isto é apenas um exemplo do que está sendo colocado na pauta internacional. Infelizmente, a maioria de nós ainda prefere ignorar.
O povo está alienado e cego. Veja mais um exemplo: há pouco tempo atrás, Barack Obama apresentou-se como o homem que traria mudança para os Estados Unidos. O povo esperançoso o elegeu. Há poucos dias atrás, o presidente Obama declarou a falência de mais três grandes bancos americanos. Os resultados foram catastróficos. Aparentemente a única mudança que ele trouxe foi a sua incompetência administrativa que afunda cada vez mais a América. Enquanto o dólar perde força a cada novo dia, Obama se prepara para a reeleição. E inacreditavelmente poderá se reeleger.
Prepare-se!
Busco nas minhas interpretações simplistas e singelas, uma análise sobre o futuro das nações. Como missionária, meu interesse é pelos povos, tribos e gentes das quais somos responsáveis. Dizer que: “Jesus está voltando” e que “este mundo como o conhecemos vai acabar” não deixa de ser verdade. Isto deve trazer temor e responsabilidade sobre nossas ações. Entretanto, isto não basta e não justifica a morte de milhões de inocentes na Somália ou no Oriente.Uma pesquisa da Abba Press diz que mais de 50% dos pastores brasileiros nunca leu a Bíblia toda pelo menos uma vez em sua vida. Talvez isto prove a minha teoria da alienação. Se pastores e líderes não leem a Bíblia, o que se dirá da igreja? Se não leem a Bíblia, como entenderão os sinais dos tempos e as profecias referentes ao fim? Muitos com os quais converso me chamam de fanática, mas não é isso que me incomoda. O que me entristece é tamanha ignorância. O “jogo” político está muito mais presente na Missão do que podemos imaginar. Bem parece que a Bíblia mais uma vez vai se cumprirá:
“Porque vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como vem o ladrão de noite; Pois quando estiverem dizendo: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto daquela que está grávida; e de modo nenhum escaparão. Mas vós, irmãos, não estais em trevas, para que aquele dia, como ladrão, vos surpreenda”. I Tessalonicenses 5
O Brasileiro, seja cristão ao não, tem muito pouca consciência política. Confiamos nas nossas reservas e no fato de Deus ser brasileiro. Só pode ser isso. Não estamos acostumados às tragédias e desastres naturais, mas eles começam a se despertar entre nós. E negar os fatos não fará com que eles desapareçam.
É tempo de reagir…
Se o dólar colidir de vez, quais as consequências para nós brasileiros?
Se você atua como missionário na Europa, na África ou no Oriente, as consequências serão mais sérias e visíveis. Como será a sua atuação?
Se você não entende ou não tem um relacionamento mais sério com o Salvador Jesus, considere seriamente esta possibilidade hoje…
A seguir…
2012 e o colapso do dólar
Caos como estratégia para um governo mundial
O futuro da Missão no Oriente Médio


